
Primeiramente, a equipe do Portal Altooestevip agradece por nos ceder essa entrevista, e também pela gentileza e simpatia que nos tratou.
AV – De inicio vamos começar a partir do inicio de sua carreira. No nordeste o forró sempre predominou, mas seu foco sempre foi para o lado do Axé, como se deu isso, foi uma maneira de inovar a tradição do forró?
EP – Nossa região é muito rica culturalmente, temos um celeiro de excelentes artistas de diversos gêneros musicais, mas sabemos que o forró sempre foi e sempre será marca predominante do gosto popular dos nordestinos. Entrei no axé por gostar muito de Carnaval, Por apreciar um estilo que é contagiante, um estilo que vai derrubando barreiras e conquistando o Mundo.
AV – Emiliano sua carreira começou muito cedo, aos 16, e já contava com uma grande aceitação e participou de vários festivais, digamos que nesse período a música ainda era um pouco difícil de lidar com ela, também o reconhecimento, para você o reconhecimento e o sucesso foram rápidos, ou no tempo certo?
EP – É assim, a música pra mim sempre está em fase de evolução, cada apresentação ao público é uma conquista, cada composição é gratificante, eu estou sempre batalhando pra mostrar mais e mais o meu trabalho, porque não é fácil, vivemos num Mundo, onde existe uma diversidade cultural enorme, muita gente boa no mercado autônomo, e a cada dia se torna mais prazeroso lutar por nossos ideais.
AV - A banda Strep de Porto Velho/RO gravou em 2008 no Rio de Janeiro, SÓ QUERO ENTENDER de sua autoria e também EU QUERO. Como você se sentiu quando falaram para você que queriam gravar?
EP – Cara, foi muito bom, fiquei felizão, a galera da banda STREP pô, sou grato demais. Foi daí que surgiu a parceria com Agnaldo Farias, Tibério Borba e com o renomado produtor inglês, PAUL RALPHES na música EU QUERO, que o mesmo já produziu (Biquíni Cavadão, Engenheiros do Hawaii, Kid Abelha, Lulu Santos, Cidade Negra, Sandy & Jr, KLB e dentre outros). EU QUERO está sendo executada na MTV, MULTISHOW E PLAY TV.
AV – Alem de cantor instrumentista você também é reconhecido pelos trabalhos autorais, de variados estilos musicais, como: MPB, Regional, Axé e Pop Rock. Atualmente você ainda atua em todos esses gêneros ou deu favoritismo apenas a um?
EP – Hoje estou mais focado na banda ZAZUÊTA, tocando muito axé, mas em eventos particulares como: casamentos, formaturas, aniversários e confraternizações, Sempre gosto de mesclar um pouco, dando aquele diferencial, tocando um pouco de pop rock, de forró, do MPB e do samba, e sempre encaixando músicas de minha autoria dentre um sucesso e outro. Agora respondendo a questão sobre o favoritismo, eu gosto de dizer: - Eu gosto é de música !!! (Risos)
AV – Partindo para a evolução da carreira veio a Banda Zazueta, arrastando multidões em micaretas regionais. Como surgiu a banda?
EP – Antes de tudo, participei de duas bandas de axé da região, TIKERÊ e REKEBRANÇA, formam momentos muito bons, aprendi muito com essa galera. Consequentemente tive que me ausentar delas, pra dedicar mais aos meus projetos. Daí visando o Carnaval 2008, já estava sem banda e decidir montar a ZAZUÊTA com amigos músicos, deu tanto certo que a banda está até hoje na estrada, levando muita alegria para todos os cantos do Brasil.
AV – Até hoje qual foi à vitória que você considera maior na vida artística?
EP – Pô Foram tantas, todas em especial foram verdadeiramente importantes na minha carreira, cada passo como falei anteriormente é uma conquista, é um vitória! E acredito que os bons frutos ainda a de vir! Só temos que ter um pouco paciência e ter fé! É isso aí!
AV – Emiliano qual foi a maior dificuldade enfrentada no inicio?
EP – No início é tudo difícil mesmo, mas você tem que acreditar em você sempre. Porque comecei muito novo tocando em barzinhos (voz e violão), aí o pessoal não acredita muito, entendeu? Aí você tem que persistir, perder pra depois ganhar e por aí vai!
AV – Seu estilo é próprio, segundo um texto, uma mistura de Forró com Axé, bem nordestino, essa mistura é uma forma de inovar, ser diferente ou foi algum certo medo das pessoas não curtir por ser forro o gênero predominante?
EP – Não, não, apenas pra dar uma cara nova ao meu trabalho! Acho que é positivo você fazer roupagens modernas em músicas antigas, entende? Dar resultados positivos nos shows! O povo gosta de inovar, e quando escutar nosso trabalho souber que o nosso som tem sua própria identidade.
AV – Quero aqui ceder o espaço para que possa deixa sua mensagem aos foliões, aos fãs e todos que admiram seu ilustre trabalho, diante mão ficamos grato mais uma vez pela oportunidade, muito sucesso e que possa brilhar cada vez mais plantando sua cultura de alegria.
EP – Antes de tudo quero agradecer ao site ALTOOESTEVIP, por ceder está brilhante entrevista, adorei responder todas as perguntas, grato demais pela gentileza e atenção comigo. Quero dar um abraço a todos aqueles que prestigiam meu trabalho, todos os fãs da ZAZUÊTA, minha família maior incentivadora da minha carreira, é isso! Obrigado e sucesso para todos nós!